Essas são algumas das coisas que aprendi viajando ao longo dos anos:

Planejar os vôos com atenção é importante

Cuidado com as sugestões de vôo das companhias aéreas: várias vezes já me sugeriram conexões em Guarulhos de 2 horas e isso não funciona. Não aceite!

Primeiro, porque o aeroporto de Guarulhos é caótico. Passei a evitá-lo sempre que possível.

Dá pra voar direto de Porto Alegre para Lisboa pela TAP e de lá voar para praticamente qualquer lugar na Europa.

Outra opção é procurar algum vôo com conexão no Rio ou em Brasília, ao invés de São Paulo.

Segundo, porque é comum algum dos vôos atrasar. Às vezes é por causa do clima. Outras, porque algum passageiro teve ou causou problema. Ou, ainda, por problemas no avião.

Quando eu estava indo para a Nova Zelândia, o avião de Santiago, no Chile, para Auckland, na Nova Zelândia, precisou retornar para Santiago depois de duas horas de vôo.

O que aprendi com isso foi a planejar pelo menos 3 horas para cada conexão – 4 horas, se a conexão for em Guarulhos – e contar com imprevistos.

Em viagens mais longas, costumo considerar a possibilidade de um dia de atraso, e não fazer planos para o primeiro dia.

Às vezes as malas não chegam

Quando isso acontecer, garanta os seus direitos. Na maioria dos casos, as malas simplesmente estão indo por engano para o próximo destino.

Quando isso aconteceu comigo, a companhia me ofereceu duas opções: entregar as malas no meu hotel nas próximas 24 horas ou esperar no aeroporto por algumas horas.

Escolhi a última opção e ganhei um vale de 20 euros para fazer um lanche enquanto esperava.

Hotel ou Apartamento?

Para menos de 5 dias, eu prefiro hotel, porque ficar em apartamento envolve uma funçãozinha: pegar chaves, comprar comida e tal. Mas querendo um apartamento, o mais comum é reservar pelo Airbnb.

A maioria das cidades também oferece outras opções, mais regionais. Em Paris, por exemplo, já usei e recomendo o Paris Attitude. Há apartamentos em todos os arrondissements (que é como se chamam os bairros por lá), de todos os tamanhos e por todos os preços.

Preferindo hotel, em geral vou por um desses 3 caminhos:

– se sei a região em que quero me hospedar: o Booking é minha primeira fonte de informação, porque mostra os hotéis no mapa, o que me ajuda a escolher. Outro agregador interessante, com muitas ofertas na Europa, é o Trivago.

– sem surpresas: se o meu plano é ficar num hotel onde sei exatamente o que me espera, vou direto para o site de alguma rede que eu conheça e confie. Em geral, visito os sites da Accor e NH. Na Nova Zelândia, do Scenic.

– algo especial: o agregador Verychic tem promoções para hotéis de luxo, especialmente na Europa; o Club Med tem resorts nos lugares mais fantasticos do mundo (já estive nos de Itaparica e Turks & Caicos), incluindo alguns kid-free.

Tecnologia

Ninguém me avisou que nossas tomadas não funcionam na Europa.

E, dependendo de onde se está, pode ser difícil conseguir um adaptador emprestado. Comprar um pode ser um pouquinho difícil também.

Na França, sempre tem na FNAC. Na Alemanha, procure por uma Saturn ou Mediamarkt.

 

Em relação a celular e internet, há duas opções: um chip local (que pode ser comprado em qualquer supermercado ou nas lojas de operadoras de telefonia) ou um cartão internacional, que normalmente é encontrado em aeroportos.

Na França utilizei um chip da Orange, que funcionou super bem.