De coroações reais e bruxas medievais a uma igreja modernista e arte de rua: o que ver em um dia em Bratislava.

Há muito tempo eu queria conhecer Bratislava. Muitas empresas norte-americanas têm fábricas e escritórios na Eslováquia e, em um passado não muito distante, cheguei a considerar a possibilidade de trabalhar e viver lá.

Em 2025, finalmente surgiu a oportunidade: eu precisava pegar um voo em Viena, e há ônibus diretos que fazem o trajeto entre Bratislava (na Eslováquia) e o aeroporto de Viena (na Áustria) em apenas uma hora.

Um dia em Bratislava foi suficiente para entender porque a cidade é uma das queridinhas de nômades digitais do mundo inteiro.

Assim como as cidades europeias mais clássicas, Bratislava tem um centro antigo, com praças e igrejas onde já foram coroados reis.

Mas, diferentemente da maioria das capitais do continente, uma caminhada curta já te leva para uma área completamente século XXI, com modernos prédios envidraçados.

Para os apaixonados por história, Bratislava é uma joia escondida: fundada por povos celtas há mais de dois mil anos, a cidade chegou a ser capital do reino da Hungria (1563-1783) e, no século XX, a ser parte da Tchecoslováquia – um país que existiu por menos de cem anos (1919-1992).

A Tchecoslováquia surgiu como resultado da dissolução do Império Austro-Húngaro no final da Primeira Guerra Mundial.

Dois povos muito diferentes – tchecos e eslovacos -, descendentes das tribos eslavas que ocuparam aquela região há mais de mil anos, reuniram-se em um único Estado.

Com o passar do tempo, as diferenças entre esses dois povos tornaram-se mais aparentes. Em 1993, a Tchecoslováquia dividiu-se pacificamente em dois novos países: a República Tcheca e a Eslováquia.

Fonte: Encyclopædia Britannica

Bratislava, como a cidade mais importante do território eslovaco, passou a ser a capital da Eslováquia.

Neste post, eu te conto um pouco sobre quem são os eslovacos e te mostro o que mais gostei de ver em Bratislava.

(Se você quiser saber mais sobre a República Tcheca, cuja capital é Praga, você pode ler os posts que escrevi sobre esse país aqui.)

As Origens de Bratislava

Os registros históricos mais antigos da cidade falam em seu castelo. Ele é mencionado pela primeira em documentos do ano 907.

Naquela época, nas proximidades da colina onde ficava o castelo, já havia um povoado, que nos séculos seguintes se transformaria no que conhecemos hoje como o centro histórico da capital.

Esse castelo e o povoado ficavam no Reino da Morávia, fundado em 830 por tribos eslavas que se instalaram na região do rio Morava (um dos afluentes do rio Danúbio).

Bratislava localizava-se em uma posição super estratégica: às margens do Danúbio e a apenas 12 quilômetros do ponto em que ele encontra o Morava.

Aquele primeiro reino expandiu-se, abrangendo territórios que hoje pertencem à Polônia, à Hungria e à República Tcheca (na época chamada de Boêmia).

A esse reino da Morávia ampliado chamamos de Grande Morávia.

Fonte: Britannica

Foi nesse reino que surgiu o alfabeto cirílico, atualmente utilizado em mais de 50 idiomas, incluindo o russo e o búlgaro.

Ele foi criado porque um príncipe da Grande Morávia queria promover a cristianização da população e, por isso, recebeu dois missionários: Miguel (São Metódio) e Constantino (São Cirilo).

Miguel e Constantino começaram a pregar no idioma eslavo que a população falava (chamado de “Búlgaro Antigo”) e decidiram traduzir a Bíblia para esse idioma.

Porém, como as letras do alfabeto grego não representavam todos os sons do idioma eslavo, eles precisaram criar novas letras.

O alfabeto grego modificado passou a ser chamado de alfabeto glagolítico. Posteriormente, ele continuou evoluindo (na Bulgária) até se tornar o que chamamos hoje de alfabeto cirílico.

Na lateral do castelo de Bratislava, há uma estátua que homenageia esses primeiros missionários cristãos:

A Grande Morávia deixou de existir no ano 906, quando foi atacada pelos magiares (povo que daria origem à Hungria).

Os territórios foram divididos, e Bratislava acabou incorporada ao novo reino da Hungria, fundado no ano 1000.

Bratislava como Parte do Reino da Hungria

Por sua posição geográfica privilegiada, Bratislava – chamada pelos húngaros de Pozsony – desenvolveu-se como centro econômico e comercial.

Isso promoveu um crescimento significativo da cidade entre os séculos XI a XVI.

São desse período alguns dos prédios mais antigos ainda de pé, incluindo a Igreja Franciscana da Anunciação do Senhor, a Prefeitura Antiga (Stará radnica) e a primeira universidade da Hungria (Academia Istropolitana).

Igreja Franciscana

A igreja franciscana foi consagrada em 1297 para comemorar uma vitória do reino da Hungria sobre o reino da Boêmia (Batalha de Marchfeld).

Do prédio gótico original, ainda preservam-se o presbitério (onde fica o altar principal) e as paredes laterais da nave central.

O altar em si combina elementos dos estilos rococó e barroco dos séculos XVIII e XIX.

No século XIV, a igreja havia sido ampliada com uma capela gótica. Nela está exposta uma pintura chamada Rainha dos Anjos, a maior pintura barroca conhecida da Eslováquia.

No subsolo ficam as criptas onde muitos nobres húngaros foram sepultados – o enterro mais recente ocorreu em 2011.

Também é do século XIV o Mosteiro das Clarissas, hoje transformado em sala de concertos (Klarisky Concert Hall). Sua torre gótica, que chama a atenção de quem caminha do castelo em direção à praça principal, é uma reconstrução do final do século XIX.

Prefeitura Antiga (atual Museu da Cidade)

A Prefeitura Antiga (Stará radnica), que é o coração do centro histórico, hoje abriga o Museu da Cidade de Bratislava.

Uma das principais atrações é a própria arquitetura do edifício.

No centro do complexo fica a antiga casa do prefeito Jacobus, que faleceu em 1374. A residência, onde os líderes da cidade costumavam se reunir, virou oficialmente a prefeitura da cidade cerca de cinquenta anos depois.

Nos séculos seguintes, construções vizinhas foram incorporadas ao conjunto, trazendo elementos renascentistas (século XVI) e barrocos (século XVIII).

Academia Istropolitana

Em 1456, o Papa Paulo II autorizou o rei da Hungria a fundar uma universidade em seu território. Só depois disso o rei Matthias Corvinus escolheu Bratislava como sede, por sua localização privilegiada.

A instituição foi chamada de Universitas Istropolitana (do grego, “cidade no Danúbio”). Inspirada nas escolas de Paris e Bolonha, tinha duas faculdades: Teologia e Artes.

A escola, entretanto, não resistiu à morte de seu fundador: após a morte de Corvinus, ela foi encerrada definitivamente, em 1490.

O prédio ainda existe e hoje abriga a Academia de Artes Cênicas.

Bratislava, capital da Hungria (1563-1783)

Outra consequência da morte do rei húngaro, além do encerramento da universidade, foi uma grande transformação política na região.

Governos fracos levaram à divisão do reino e, na primeira metade do século XVI, grande parte do território húngaro, incluindo a capital Buda (parte da atual Budapeste), foi ocupado pelo Império Turco-Otomano

O que sobrou do reino sob controle cristão ficou conhecido como “Hungria Real”. Sem Buda, era necessária uma nova capital. Bratislava foi a cidade escolhida.

A “Hungria Real” era governada pela dinastia Habsburgo, que também comandava o Sacro Império Romano-Germânico).

Entretanto, os húngaros mantiveram a tradição de coroar os novos reis Habsburgo com a coroa de São Estevão (primeiro rei da Hungria), que era um símbolo do país: ela era usado pelos reis húngaros desde a fundação do reino, no ano 1000.

As Coroações

As coroações foram um dos momentos mais importantes da cidade por muitos séculos. E seguir a rota da coroação é um dos pontos altos do turismo na cidade nos dias de hoje.

Os futuros monarcas – dezoito reis e rainhas foram coroados em Bratislava – hospedavam-se no castelo da cidade – aquele que existia no algo da colina desde o século X.

Ainda no século XV a fortificação havia sido ampliada com a construção de um palácio residencial, digno da família imperial (ele abriga hoje o Museu Nacional de História).

A parte mais antiga do palácio é a “Torre da Coroa”, que aparece atrás de mim nessa foto.

Seu nome vem do fato de que foi nessa torre, construída no século XIII e incorporada ao castelo no século XV, que ficaram as jóias da coroa húngara entre 1552 e 1783.

Mas voltemos à cerimônia de coroação. Os futuros reis e rainhas desciam do castelo direto para a Catedral de São Martinho, prédio gótico no qual acontecia o evento.

De lá saía a procissão: os recém-coroados seguiam em direção à praça principal, passavam pela Igreja Franciscana e pelo palácio do arcebispo (Primate’s Palace, atualmente ligado à antiga prefeitura) e, finalmente, saíam da cidade murada pela Porta de Miguel (Michael’s Gate) e retornavam ao castelo.

Em 1783, Bratislava deixou de ser capital da Hungria.

É que, em 1686, os otomanos saíram de Buda. E, lentamente, o processo de retorno da capital da Hungria para Buda, cerca de 200 quilômetros para o sudeste, recomeçou.

Mas as cerimônias de coroação continuaram acontecendo em Bratislava até 1830. Talvez seja por isso que elas tenham se tornado tão importantes para a história da cidade.

Um sinal dessa importância é que, no alto da torre da catedral onde a coroação acontecia, foi colocada uma réplica da coroa húngara:

O parlamento húngaro continuou se reunindo em Bratislava até 1848, e Bratislava permaneceu integrando a Hungria que, por sua vez era parte do Império Austro-Húngaro, até o final da Primeira Guerra Mundial (1918).

Nesses séculos, a população local era multiétnica: uma maioria germânica convivia com húngaros, eslavos e uma significativa população judaica.

O bairro judeu ficava entre o castelo e a catedral. Um dos poucos prédios que sobreviveu à destruição do bairro é a Mansão Zsigray, que hoje abriga o Museu de Cultura Judaica.

Outro prédio antigo que sobreviveu é uma casa amarela de esquina, construída no final do século XVIII e, atualmente, também transformada em museu.

A maior parte do antigo bairro foi destruída no século XX para construção de uma autoestrada.

Um outro conjunto de prédios do século XVIII que existe ainda hoje está do outro lado da cidade, em um terreno que havia sido doado para uma ordem religiosa.

Onde os monges haviam construído um mosteiro, uma igreja e um hospital, funciona hoje o Restaurante / Cervejaria Bratislava (Bratislavska Restauracia).

Na década de 1950 os monges tiveram que abandonar o local. Um cinema foi criado na parte do prédio em que, em 2009, foi inaugurado o restaurante.

No mesmo local a gente pode visitar uma cervejaria e um museu. Além disso, entrando pela porta que fica de frente para a praça SNP, passamos por uma galeria com réplicas das fachadas de vários prédios históricos da cidade que já não existem mais.

No site do restaurante está o cardápio que mostra, além dos pratos típicos da região, mais detalhes dessa história.

Perto dali, na área em que ficava dentro dos muros da cidade, encontramos o Teatro Nacional da Eslováquia.

O prédio foi criado por arquitetos austríacos, de acordo com o estilo clássico da época, e inaugurado em 1886, no mesmo local em que antes já funcionava o teatro da cidade.

O teatro mantém várias áreas originais, incluindo a fachada.

Chegando ao século XX, o principal destaque arquitetônico é a Igreja Azul (oficialmente Igreja de Santa Isabel), em estilo Art Nouveau.

Ela foi desenhada por Ödön Lechner, um arquiteto nascido em Budapeste e conhecido como o “Gaudi Húngaro”.

Ele começou sua carreira em 1869, construindo prédios em modelo clássico renascentista. Mas, a partir de 1890, passou a usar a arte popular húngara como principal fonte de inspiração.

Seu prédio mais famoso é o Museu de Artes Aplicadas em Budapeste, considerado hoje a primeira construção em Art Nouveau em todo o Império Austro-Húngaro.

Lechner também construiu várias igrejas, entre as quais o principal destaque, é a nossa Igreja Azul, inaugurada em 1910.

Também é dessa época a construção do Mercado Público de Bratislava, hoje transformado em ponto de encontro na cidade. Nele ocorrem regularmente feiras, exposições e eventos.

Século XX: Bratislava na Tchecoslovaquia

Em 1918, com a derrota na Primeira Guerra Mundial, o Império Austro-Húngaro foi dissolvido.

Políticos tchecos e eslovacos viram nisso uma oportunidade de fundar um país eslavo independente.

A proposta, que enfraquecia a derrotada Áustria, foi rapidamente aceita pelos vencedores da guerra.

Nascia a Tchecoslováquia, um país formado por três províncias do antigo Império Austro-Húngaro: Boêmia e Morávia (em conjunto conhecidas como “Terras Tchecas”) e Eslováquia.

O fortalecimento desse conceito de povo eslavo pode ser percebido na mudança do nome da cidade. O nome Bratislava surgiu nessa época, inspirado em registros históricos do século X do príncipe eslavo Braslav.

Até então, a cidade era chamada por seus habitantes de Prešporok, uma tradução para o eslovaco de Pressburg – nome como os povos germânicos, incluindo austríacos e alemães, chamaram a cidade até o começo do século XX.

A Tchecoslováquia foi um país próspero e politicamente estável no período entre-guerras (1919-1939). Mas acabou sendo uma das principais vítimas da expansão do Império Alemão nos anos seguintes.

Entre 1938 e 1939, as “Terras Tchecas” foram ocupadas pela Alemanha. A Eslováquia, embora também sob controle nazista, manteve um certo grau de autonomia.

No final da guerra, a Tchecoslováquia foi liberada pelo Exército Russo. Isso levou a um grande crescimento do Partido Comunista, que acabou governando a Tchecoslováquia de 1948 a 1989.

Durante o período comunista, toda a Tchecoslováquia passou por um processo de industrialização e urbanização. A Eslováquia, que era a região menos desenvolvida, foi bastante favorecida por esse processo.

Houve desenvolvimento significativo de ferrovias e autoestradas ligando Bratislava à Budapeste (cerca de 200 quilômetros para o sudeste) e Bratislava a Praga (cerca de 330 quilômetros para o noroeste).

Além disso, houve investimento em infraestrutura energética, incluindo o estabelecimento de uma refinaria em Bratislava.

Um dos destaques arquitetônicos da cidade nesse período é o prédio à esquerda nessa foto, com padrão geométrico na fachada.

Ele foi construído na década de 1960 e, desde então, funciona como loja de departamentos e hotel.

Outra lembrança daquela época é o restaurante panorâmico no alto de uma torre na ponte SNP.

Seu formato lembra um disco voador, e, por isso, os habitantes da cidade o apelidaram de “UFO” (sigla de “Unidentified Flying Object“, ou, em português, “OVNI”).

Com o colapso da União Soviética em 1989, tudo mudou. A crise econômica e a implantação da democracia no começo da década de 1990 tornaram salientes as diferenças históricas entre Eslováquia e República Tcheca.

Isso levou a uma separação pacífica, no começo de 1993, resultando na criação de dois novos países.

Eslováquia Independente: o Acelerado Crescimento Econômico no Século XXI

Os primeiros anos de independência foram tumultuados, mas reformas econômicas a partir de 1998 possibilitaram que o pais se tornasse, em 2004, parte da União Europeia. O Euro foi adotado como moeda oficial em 2009.

Os principais setores econômicos da Eslováquia continuam sendo indústria e serviços.

Bratislava é a região mais próspera do país, contribuindo com cerca de 26% do PIB. Além dos setores tradicionais, a economia dessa área inclui indústria têxtil, química e eletrônica.

Como desde a fundação da cidade, o rio Danúbio continua sendo fundamental para o comércio e logística da capital.

Uma curiosidade sobre o idioma eslovaco, que é muito parecido com o tcheco, é a presença de duas letras que não aparecem em nenhum outro idioma eslavo: ä e ŕ.

O ä é chamado de ‘a s dvoma bodkami’. Ele aparece em palavras como mäso (carne) e tem som de “é”.

Já o ŕ é mais sutil: o mesmo som existe no tcheco. O que varia é o símbolo em cima do “r”: ŕ em eslovaco, ř em tcheco.

Em termos de mudanças estéticas na cidade, o século XXI trouxe uma modernização da capital, marcada pelo surgimento de muitas esculturas no centro histórico e muitos prédios novos na região ao seu redor.

Em 1999 foi inaugurado o Memorial ao Holocausto no local em que, até 1969, existia uma sinagoga (destruída para a construção da ponte SNP).

Ele é formado por uma estátua com uma estrela de Davi no topo e um muro de granito com uma imagem da sinagoga que havia ali.

Caminhando pela cidade antiga (Staré Mesto) vemos várias estátuas que surgiram a partir de 1990 como parte do processo de revitalização do centro histórico.

Essas são duas das mais populares: o Belo Náci, antigo morador da cidade, e Čumil, também conhecido como “Homem Trabalhando” (Man at Work).

Indo em direção ao castelo, vemos essa figura estranha na frente do bar Andy – Drink In Gallery.

Seu nome é Pičus (que foi traduzido pala o alemão como Niemand, que significa Ninguém). Criado pelo artista eslovaco Viktor Frešo, Pičus começou a aparecer em suas pinturas na década de 1990; depois, em 2013, ele virou escultura.

Hoje, várias versões do Pičus podem ser vistos pela Europa, especialmente em museus na República Tcheca e na Polônia.

Um pouco mais adiante, já nas proximidades do castelo, encontramos a estátua Bosorka (eslovaco para bruxa).

Seu escultor, Tibor Bártfay, disse que se trata de uma homenagem a todas as mulheres que foram queimadas em fogueiras por serem consideradas bruxas.

Os arquivos históricos de Bratislava indicam que mais de 400 mulheres foram queimadas por esse motivo em um período de cerca de 150 anos. A primeira delas foi Agáta Tootová-Barnabášová, em 1602.

No lugar onde acredita-se que ela foi morta, nas proximidades da Porta Michael, foi instalada uma placa de bronze em 2002. A placa desapareceu e foi substituída por uma nova em 2019.

Mas uma das estátuas mais bonitas que vi na cidade estava longe da parte histórica.

O shopping center Eurovea está decorado com um conjunto de onze estátuas do artista britânico Colin Spofforth, chamado de “Os Seis Ratinhos Brancos” (The Six White Mice).

Mas não são apenas estátuas de ratinhos escondidas por diversas áreas internas e externas do edifício. O conjunto inclui malabaristas e artistas de circo.

Segundo o artista, a ideia é apoiar-se na tradição dos contos de fadas e do mundo do circo para criar uma caça-ao-tesouro para crianças e adultos às margens do Danúbio.

Dicas Práticas

Visitar Bratislava é muito fácil.

Além de estar a apenas uma hora de Viena, por ser parte da Uniao Europeia e por ter o Euro como moeda, visitar Bratislava não requer qualquer preparo especial: basta levar o passaporte.

E você não precisa se assustar com o idioma: na região central de Bratislava, em função da quantidade de estrangeiros que trabalha e vive na região, praticamente todo mundo fala inglês.

Quem está em Viena e quer apenas passar o dia em Bratislava (mapa da região turística aqui) pode pegar um barco pela manhã e retornar à noite.

O passeio completo dura cerca de treze horas e inclui navegação pelo Danúbio e city-tour na capital eslovaca. Você pode checar as opções diretamente nesse site austríaco ou em agências de turismo como Get Your Guide.

Para quem busca um passeio mais longo, há opções de passeio de barco pelo Danúbio de quatro ou cinco dias que, além de Bratislava e Viena, incluem Budapeste. Você pode ver um exemplo aqui .